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Perguntas frequentes

A cannabis de uso medicinal é uma opção adequada como adjuvante no tratamento de diversas doenças, para algumas das quais existe um nível de evidência científica concludente sobre sua eficácia. De qualquer forma, assim como para quaisquer outros medicamentos ou opções terapêuticas, deve ser prescrita por um médico que avalie seu caso individual e converse sobre a relação risco/benefício, de modo que seja adotada quando os benefícios sejam superiores ao risco. E finalmente, é indispensável a supervisão médica durante seu tratamento para encontrar a dose mínima eficaz.
Em um estudo clínico de segurança (o estudo COMPASS) que acompanhou durante 12 meses pacientes que utilizavam cannabis medicinal para diferentes patologias, não foi observado o desenvolvimento de CUD (“Cannabis Use Disorder”- transtorno pelo uso de cannabis). Geralmente, quando se fala de prevalência do vício à cannabis, os dados são provenientes do uso recreativo e não do uso medicinal e em contextos muito diferentes. Mesmo asssim, esse número é bem inferior ao do vício por fumo ou ao álcool. Sendo a cannabis medicinal um tratamento personalizado, que busca encontrar a dose mínima eficaz para cada paciente, é geralmente seguro e apresenta um perfil de segurança melhor do que o de outros tratamentos comumente adotados para os mesmos transtornos.
Não. Não é preciso sentir os efeitos psicoativos para obter um benefício terapêutico. Em geral, a grande maioria das pessoas reportam um benefício com doses inferiores às usadas no contexto recreativo.
Os medicamentos indicados no tratamento médico devem ser de qualidade farmacêutica, o que garante sua seguridade, composição, pureza, potência e identidade correta, evitando ainda adulterações e permitindo manter a estabilidade e o rastreamento das condições anteriores.
Sim e estas podem ser múltiplas – tanto do tipo farmacológico como farmacocinético. Por outro lado, dependem em grande parte das características de cada paciente, dos fármacos em uso, da alimentação, comorbidades, idade do paciente e formas de administração, entre outros fatores. Este é um ponto central a ser levado em consideração pelo médico à frente do tratamento.

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